sábado, 25 de dezembro de 2010

Ensaio sobre o Ego

Antes de começar quero falar sobre o ego.
Falar que deixar de ter ego é o princípio dessa cena e nada poderia ser feito se não fosse na ausencia de tal sentimento de nós mesmos.
Muito caos e muitas disputas por poder foram impulsos compulsivos do ego do ser que exalta seu orgulho e se torna prepotente.
A inalteridade desse hábito tumultua em doses homeopaticas a mente, coração e alma do indivíduo, por vez, manifesta-se em emoção positiva ou negativa para o ator, mas não a nivel espiritual. Tudo o que é agora pode não ser mais daqui a pouco. Assim, uma emoção não define o sentido de uma vida, apesar de permanecer no labirinto da memória e muitas vezes compor lembraças e saudade.

A vergonha já não mais convêm, nem convence.
O odio já não mais amargura-se com a falta de amor, entorpecido pela paixão que só Cristo pôde compreender.
As palavras resguardam-se e dão passagem ao escrúpulo, e pouco basta.


Silencio...

Começa o ensaio do EGO.

Nessa peça de teatro há musica, há risos, há faces apreensivas e cheias de expectativas. Todos são acariciados pelo encanto das cenas no palco, suas luzes e contrastes, e as performances de seus personagens.

Inicia-se a peça com o dito:
"A transmutação do ego é a fé inabalavel do ser que superou a farsa para dar lugar ao amor!"

...

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