O que fazer?
O que fazer quando conceitos e ideais se desmoronam em nossa frente?
A raiz tente a não largar a terra.
Talvez mais pela carente súplica do ego do que pela integridade de sua base.
Talvez mais pela acomodação, ou "acostumação".
Talvez mais pela utopia do que pelo sonho.
O que fazer?
Aparenta ser uma facada pelas costas.
E o pior é que não tem ninguem para culpar.
Tudo fica triste.
E fica confuso eu querer entender a mim mesmo e minhas razões.
Fica confusão eu querer o que jamais terei: compreensão!
O que tenho é apenas silêncio.
E o que fazer?
Não há o que fazer...
É preciso apenas deixar o tempo passar e com ele a dor amenizar feito pueira que assenta.
É como uma criança que é separada da mãe.
Talvez nunca voltem a se ver. E a dor continua.
É triste e irrevogavel...
2 comentários:
recomeçar.
Recomeçar é inevitável e é posterior ao que o texto quer dizer, pois se não houver recomeço o ser padece ou vive quase sempre triste e com recaídas.
O texto traz como máxima o trecho:
"O que fazer?
Não há o que fazer..."
Aí está a resposta para a pergunta que dá nome ao texto. Apenas se deixa doer.
E mesmo que recomece, a tristeza volta e a dor tambem como diz no trecho:
"É como uma criança que é separada da mãe.
Talvez nunca voltem a se ver. E a dor continua."
Pode-se recomeçar muitas vezes, mas antes é necessario perdoar-se.
Seu comentario me ajudou a organizar melhor o sentido do texto.
Muito obrigado mesmo por comentar Vê =)
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