Eu já não vivo no mundo dos sentimentos,
vivo no mundo ao lado dele.
Observo de fora minha dor,
assim como Deus vê uma criança que cai de bicicleta e chora.
That's child was me. Essa criança era eu.
Não isolo a dor, pois ainda assim sinto as pontas das facas e garfos na minha carne.
Apenas aceito e compreendo.
Viver é sentir dor. Dor de todos os tipos.
Dor do parto, dor do sexo.
Dores fisicas e emocionais.
Eu sou aquele muleque que sente dor ao cair de bicicleta.
E me sento ao lado de mim mesmo e observo minha dor enquanto a sinto.
Encaro a dor olho no olho.
Apenas sofra, não sofra a mais. Sofra o suficiente. Enough!
E depois de ter sofrido, aprenda a levantar-se.
E encare a vida olho no olho.
Toda essa ideia é absurda e dignida de punição.
Então que seja dada a sentença.
Assim como V de Vingança na cena da cela e do interrogatório:
Carrasco: - Está na hora.
Evey: - Estou pronta.
Carrasco: - Olha, tudo que eles querem é uma informação. Dê alguma coisa a eles, qualquer coisa.
Evey: - Obrigada, mas prefiro morrer fuzilada atras do deposito químico.
Carrasco: - Então você não tem mais medo, está completamente livre.
Evey: - O quê?
É isso que se passa.
Encarar a morte, assim como encarar a vida.
Olho no olho.
Isso é tudo.
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